Após um debate de ideias num grupo do FB, que apesar dos gostos e da simpatia pela aldeia esta está a ficar deserta, ficando lá uma minoria étnica que se está tornando uma maioria, havendo um aumento de crimes por eles cometidos, e por outros atirando culpas para eles. Ora aqui começa logo um grande problema, com as forças de segurança longe e a terem uma vasta área a patrulhar, o aumento de roubos e de outros pequenos crimes torna-se muito fácil de praticar. Claro que a desertificação ajuda, sendo que com uma população envelhecida pouca força tem para evitar.
Sim, até se podia ir lá mais vezes e dar vida à aldeia. Até se ia mais vezes há 2 anos atrás, mas além dos combustíveis estarem mais caros, portajaram a principal via de acesso, e em tempos difíceis alguma coisa fica para trás.
O pessoal que em 1960/70 saiu à procura de melhor vida poderia fazer um regresso às origens, mas é claro que criaram raízes e deixaram sementes e o regresso torna-se difícil o regresso em definitivo, senão mesmo impossível.
Em tempo de crise poder-se-ia voltar e cultivar as terras, tal como Cavaco Silva aconselhou. O mesmo que em tempos pagou subsídios para serem abandonadas, sob o pretexto de cotas de mercado deixando de ter um sector produtivo e ficando dependentes das importações (depois admiram-se do défice). Tudo isto porque em Portugal nunca houve governantes com espinha dorsal e capazes de defender devidamente o país. Será que vai haver esse regresso, um dia se verá.
Conclusões a tirar neste debate de ideias:
- nem todos os crimes serão cometidos por uma minoria étnica, se bem que o maior numero até possam ser eles;
- a politica de afastamento das força de segurança das populações propicia o crime;
- portajar as ex-scut's incentiva a desertificação do interior;
- não temos, nem tivemos governantes que defendem o país;
- e devido a um ataque de amnésia de uma maioria de portugueses, temos como PR uma múmia hipócrita que lava as mãos como Pôncio Pilates.