Ao fim de um mês lá venho eu falar da carne de cavalo vendida em refeições como se fosse vaca. Começa a minha admiração em como um animal tão caro vivo, seja mais barato que a vaca depois de morto. Claro que o problema não é comer cavalo, sempre me lembro de ver talhos que vendiam essa carne, mas não saber o que se come.
Mas há mais casos em que nem sabemos o que comemos. Vejamos, quantas vezes se come paloco em vez de bacalhau. Se o peixe vem inteiro, há quem saiba distinguir pelo rabo (sei distinguir várias coisas pelo rabo mas o peixe não), mas se compramos desfiado será que estamos a comprar bacalhau?
E as salsichas, mas de que parte vêm elas? Não me venham dizer que é a picha do porco, porque um animal que tem a fama de ter um orgasmo de 30 minutos não pode ter uma tão pequena. E ainda há as salsichas de aves. Se tivessem uma tão grande algumas nem conseguiriam voar.
E que dizer das delícias do mar, mas aquilo é o quê. Sabemos da fama dos pescadores mentirem e exagerarem nos feitos, mas nunca se ouviu nenhum a dizer "pesquei uma delicia do mar de 30 cm".
Cá elas não interrompem, mas a avaliar pelas frutas e cafés que eram oferecidos aos árbitros, acabavam sempre por influenciar os jogos.
Vi com atenção a noticia de terem clonado uma vaca com genes humanos capaz de produzir leite materno. O prazer que vem do inicio para os bébes e que até hoje me acompanha que é de poder por a boca num belo seio, se bem que hoje por razões diferente de quando nasci, poderá ser substituído pelo biberão seguido pela expressão "bebe filho que é da vaca mas é como se fosse meu" não soa muito bem nem é abonatório à mulher.
E que vamos ver a seguir burros clonados genes humanos capazes de nos governar? Ah, isso não. Já temos aberrações dessas na natureza sem terem sido clonados. Ou serão eles clonados com genes de burros? Fica a minha duvida.
. A cavalo dado não se olha...
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