Há muito, muito tempo, viajava numa carroça um viúvo e a sua filha, carregando nela os poucos pertences que lhes sobravam numa dura vida.
A certa altura são interpelados por uns salteadores que rebuscaram tudo o que havia na carroça e lhes levaram o que mais valioso transportavam.
O pai choroso após o saque só lamentava ter ficado sem as jóias da falecida mulher, ao que a filha lhe confidenciou:
" - Pai, não chores. As joías estão salvas, escondia-as na minha coisinha."
" - Oh rica filha, que esperta fostes. Mas se a tua mãe fosse viva, nem a carroça tinham descoberto."
Há modas do caraças. A ultima vinda dos States para apanhar uma bebedeira ou valente carraspana é impregnar um tampão com vodka e enfiá-lo na vagina, no caso das mulheres e no ânus no caso dos homens. Eu como homem além de preferir saborear a bebida e ficar a cheirar a álcool o meter o tampão num local onde nem um supositório me entra faz-me confusão, mas gostos são gostos. Nas mulheres, tirando os dias do mês em que tem de ser, se calhar há coisas melhores para enfiar que um tampão com vodka. Agora reside outro problema e que deve ser estudado. Além de nos preocuparmos com doenças sexualmente transmissíveis teremos de nos preocupar com alcoolização sexualmente transmissível. Já estou a imaginar, é o que tenho feito desde que comecei a comentar esta noticia, uma operação stop e com o condutor a acusar taxa de alcoolemia. "Eu nãooooooooooooooo, bebi nadaaaaa. Dei foi uma trancada numa gaijaaaaaaaaa, ou num gaijo conforme os gostos, e não me protegi. Que se lixe a Sida, mas não me passe a puta da multaaaaaaaaaaaa"
. Nova maneira de consumir ...